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20 | Mai | 2012

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Previsao do tempo Jequié


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Movimento gay tenta tumultuar campanha católica


32 voluntários do Instituto Plínio Correia de Oliveira (IPCO) estiveram no último dia 18 de janeiro na cidade mineira de Divinópolis. O objetivo, como em várias outras cidades por onde a caravana passara, era de manifestar-se pacificamente contra o aborto e contra as propostas de lei que querem impedir a liberdade de as pessoas posicionarem-se contra a homossexualidade. Nada de anormal, portando, num país em que a liberdade de expressão é direito fundamental garantido pela Constituição.

Antes, porém, autoridades policiais da cidade foram informadas do evento por meio dos líderes da Cruzada pela Família, denominação dada pelos integrantes do IPCO à manifestação político-religiosa.

O evento ocorreu na tarde do dia 18 no cruzamento de duas importantes ruas de Divinópolis. Os jovens caravanistas do IPCO distribuíam folhetos e conversavam com transeuntes quando, depois de certo tempo, algumas pessoas se juntaram para tumultuar a campanha católica.

Gritaria, palavrões e gestos obscenos com os dedos foram alguns desrespeitos sofridos pelos religiosos. Os militantes da causa gay chegaram ao cúmulo de simular gestos homossexuais diante da imagem de Fátima, venerada por milhões de católicos em todo o mundo. Depois disso, um casal de jovens voltou à frente da imagem e se beijaram.

Conforme informou o site oficial do IPCO, "o coordenador da campanha resolveu então reunir todos os cooperadores para circundar a Imagem de Nossa Senhora de Fátima, visto perceber que a intenção dos agitadores era atentar contra esta, que ocupava verdadeiramente o centro da campanha – a atenção dos transeuntes estava todo o tempo voltada para ela".


Veja aqui o vídeo da violência gay em Divinópolis.

Perseguição já é prática do movimento gay

Não foi a primeira vez que a Cruzada pela Família teve sua manifestação tumultuada. Em Salvador, no início de 2011, integrantes do Grupo Gay da Bahia (GGB), liderados por Luiz Mott, tentaram impedir o trabalho da caravana. Assista ao vídeo aqui.

No entanto, no caso da capital baiana não houve agressões aos caravanistas nem aos seus símbolos. O GGB limitou-se a palavras de ordem e exibição de faixas, o que poderia ter sido feito em outro momento. Mesmo assim, dos males o menor.

O IPCO vai continuar a Cruzada pela Família. E apesar dos ataques, informou que "os caravanistas deixaram a cidade contentes de que a imagem de Nossa Senhora não tivesse sido desrespeitada, e muito satisfeitos também com a boa recepção do público de Divinópolis".


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