sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

JEGUE É PRESO PELA POLÍCIA MILITAR DE JEQUIÉ, NO JOAQUIM ROMÃO


Depois de uma denúncia um Grupamento de Motociclistas da CETO, motocicletas ABUTRE, 1943, 1944 e 1945 e 1914, no dia 6 de fevereiro, quarta-feira, por volta das 22h30, "partiu" para a 5ª Trav. Duque de Caxias, localidade conhecida como "Beco da Onça" Joaquim Romão, em Jequié.
Um indivíduo, identificado a princípio pelo apelido de "Jegue", saiu correndo ao perceber a aproximação das viatura policiais, e entrou na residência de n.º 33, onde mora. 
A Equipe Policial acompanhou o indivíduo, entrando no imóvel que se encontrava aberto, e efetuando sua prisão em flagrante, após encontrar em seu poder um pote de "pó Royal", contendo algumas pedras de crack fracionadas. Prosseguindo com a diligência, foi encontrado mais droga no quarto do indivíduo, além de uma balança de precisão, celulares, relógios, e uma quantia em dinheiro afirmado pelo proprietário que seria feito do tráfico de drogas.
O Jegue foi algemado, e a guarnição solicitou apoio de uma viatura quatro rodas ao local com vistas a conduzi-lo para a delegacia.
Justamente quando a Equipe Policial aguardava o apoio solicitado, apareceu na casa do flagranteado um rapaz de pré nome "Eduardo Valverde", que se apresentou como advogado, mas em nenhum momento exibiu a carteira da OAB, questionando a Guarnição Policial se havia mandado de prisão para entrar na residência. De imediato foi informado que tratava-se de uma situação de flagrante, sendo informado todo fato. Informando também que ele "Eduardo Valverde" não poderia permanecer ali durante a diligência, e que este deveria acompanhar os trabalhos na Delegacia. O Advogado insistiu em entrar na casa de qualquer jeito, empurrando os policiais, tentando obstruir o trabalho da Guarnição Policial, e forçando a entrada na residência a todo custo. Que após algumas investidas de adentrar o imóvel, e cessado toda tentativa verbal por parte dos Policiais em retirá-lo, se fez necessário o uso da força física, agarrando-o pela camisa, o advogado mediu forças com a Guarnição, resistindo fisicamente, e alegando que os Policias Militares não possuíam autoridade para tocar nele. A Equipe então, utilizou da força para impor sua autoridade e retirá-lo com um empurrão. Que não houve nenhum tipo de tapa ou agressão, apenas o uso da força física suficiente para retirar o Advogado do local, pois estava atrapalhando a Diligência Policial. Posteriormente houve ainda insultos verbais por parte do Advogado, que falou o seguinte: "O DIREITO DOS POLICIAIS É DIFERENTE DO DIREITO QUE EU ESTUDEI. PASSEI POR UMA FACULDADE E VOCÊS NÃO. NÃO SABEM NADA".
O Comandante da Guarnição Policial informou ao Advogado que ele estava desacatando a Equipe Policial, bem como obstruindo o serviço, e diante da insistência com tais afirmações proferidas, o mesmo seria conduzido a Delegacia. Antes de ser conduzido, o Advogado ficou bradando na rua, de forma ameaçadora, que havia sido agredido com um tapa e iria representar contra os Policiais.
A Equipe Policial reitera que em momento algum o Advogado foi agredido, e a condução do mesmo a Delegacia foi feita sem algemas e no banco da Viatura. Por fim, já na Delegacia, o Advogado continuou com provocações, insinuando que o flagrante de tráfico havia sido forjado, mesmo tendo ele chegado ao local, após a Guarnição ter prendido o traficante.
O indivíduo, o advogado, e todo material encontrado, foram conduzidos e apresentados ao Delegado de plantão na 9ª Coorpin.

Indivíduos Conduzidos:

  • Ivonildo Santos da Silva, vulgo "Jegue";


  •  Silvio Eduardo Valverde Alves.




  •  Material Apresentado:


▪15 pedras de crack fracionadas para o comércio;

▪3 pedras maiores de crack;

▪1 pote plástico de pó Royal, contendo resíduos de um pó branco;

▪1 trouxa grande de cocaína, aproximadamente 20g;

▪1 balança de precisão;

▪2 relógios;

▪2 celulares Samsung;

▪ embalagens para acondicionar e comercializar drogas;

▪R$ 927,00 em moeda corrente.

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